Os cistos do colédoco são anomalias raras da árvore biliar, um conjunto de canalículos responsáveis por conduzir a bile do fígado e da vesícula biliar até o intestino. Os cistos se caracterizam por dilatações na via biliar e são classificados de acordo com o tipo e a parte da via biliar em que estão localizados.
Por ser uma anomalia congênita, ou seja, presente desde o nascimento, o cisto de colédoco não se relaciona a nenhum fator de risco para seu surgimento. Ao contrário, esse diagnóstico é fator de risco para algumas doenças, como, por exemplo, colangite, pancreatite, coledocolitíase e surgimento de um tipo de tumor, o colangiocarcinoma.
Os sintomas são raros e inespecíficos, como dor abdominal esporádica.
O diagnóstico muitas vezes ocorre na infância ou na juventude e é realizado através de exames de imagem, como ultrassonografia, tomografia, ressonância de abdome e colangiorressonância.
O tratamento passa pela ressecção cirúrgica e o tipo de cirurgia a ser realizada dependerá do tipo do cisto de colédoco.
